×
Em

O Brasil registrou 34.086 mortes violentas em 2025, o que representa uma redução de 11,1% em relação aos casos registrados em 2024. No ranking nacional, a Bahia lidera com o maior número de vítimas, sendo 3,9 mil. Os dados são do Ministério da Justiça e Segurança Pública, computados até terça-feira (20), e consideram indicadores de feminicídio, homicídio doloso, latrocínio e lesão corporal seguida de morte.

Os números mostram que a queda nacional nas mortes violentas ocorreu em 21 das 27 unidades federativas. O estado do Amazonas encabeça a redução, registrando recuo de 33% em relação a 2024. Mato Grosso do Sul aparece em seguida, com – 28% e Paraná e Rio Grande do Sul – ambos com recuo de 24%.

Apesar de a Bahia liderar com o maior número de mortes violentas no país, o Rio de Janeiro aparece logo em seguida, com 3.581 óbitos violentos. Já Pernambuco ficou em terceiro lugar, com pouco mais de 3 mil vítimas.

Confira o ranking de casos de mortes violentas por estado em 2025

  • BA – 3.900
  • RJ – 3.581
  • PE – 3.023
  • CE – 3.022
  • MG – 2.663
  • SP – 2.508
  • MA – 1.940
  • PA – 1.820
  • PR – 1.343
  • RS – 1.190
  • AL – 946
  • PB – 869
  • GO – 837
  • ES – 834
  • RN – 853
  • AM – 759
  • MT – 748
  • PI – 544
  • SC – 522
  • RO – 445
  • MS – 353
  • SE – 315
  • TO – 283
  • DF – 266
  • AP – 204
  • AC – 179
  • RR – 139

Os dados são disponibilizados pelo Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública, Prisionais, de Rastreabilidade de Armas e Munições, de Material Genético, de Digitais e de Drogas (Sinesp), uma plataforma do Ministério da Justiça e Segurança Pública. 

Os números por UF não consideram a atualização de informações de quatro estados, sendo: São Paulo, Alagoas, Paraíba e Pernambuco. De acordo com o painel do Ministério da Justiça, essas UFs não haviam encaminhado os dados completos até a data de extração das informações.

Taxa de morte a cada grupo de 100 mil habitantes

Considerando a taxa de morte para cada grupo de 100 mil habitantes, Ceará, Pernambuco e Alagoas aparecem no topo.

A taxa nacional, levando em conta os 26 estados e o Distrito Federal, ficou em 15,97 no ano passado. Apesar disso, a taxa registrada pelo Ceará foi de 32,6. Em seguida aparece Pernambuco, com 31,61. Na terceira posição, Alagoas registrou uma taxa de 29,37.

Em contrapartida, São Paulo (5,44), Santa Catarina (6,38) e Distrito Federal (8,88) registraram as menores taxas.

Pixel Brasil 61

Deixe um comentário

Autor

contato@etcnoticias.com.br

Posts relacionados

Em

Setor produtivo divulga manifesto contra redução da jornada sem ganho de produtividade

Documento assinado por mais de 100 entidades defende debate técnico, preservação do emprego formal e valorização da negociação coletiva

Leia tudo
Em

WE Forum promove integração internacional do empreendedorismo feminino

Encontro reuniu lideranças para ampliar a presença de mulheres em pautas estratégicas da economia global e consolidou parcerias voltadas à capacitação, à...

Leia tudo
Em

Redução da jornada pode elevar custos das empresas em até R$ 267 bilhões ao ano

Estudo da CNI estima alta de até 7% na folha de pagamentos e mostra estados mais afetados

Leia tudo
Em

6ª Conferência Nacional das Cidades aprova diretrizes da PNDU em Brasília

Documento aprovado orienta políticas públicas de desenvolvimento urbano, com foco em habitação, mobilidade, saneamento, sustentabilidade e clima

Leia tudo
Em

Satisfação com o trabalho atinge recorde histórico no início de 2026

Pesquisa do FGV IBRE aponta 78,1% de trabalhadores satisfeitos; baixa remuneração lidera entre os principais motivos de insatisfação

Leia tudo
Em

Governo prorroga exigência de acordo coletivo para trabalho em feriados

Ministério do Trabalho amplia em 90 dias o prazo para negociação entre empregadores e trabalhadores

Leia tudo