Armazenamento melhora gestão e equilibra geração distribuída

Armazenamento melhora gestão e equilibra geração distribuída

Notícias Corporativas

A capacidade instalada de micro e minigeração distribuída no país passou de 36,2 GW, em 2024, para 45 GW, em 2025, segundo os dados oficiais da Empresa de Pesquisa Energética (EPE). O número de consumidores atendidos por essa modalidade chegou a 7,2 milhões, com geração estimada em 54.483 GWh. Agora, depois de um ciclo concentrado na expansão e instalação de painéis, o setor passa a lidar com os desafios relacionados à administração desses ativos ao longo do tempo.

Nesse contexto, a Baterias Moura apresenta, de 25 a 27 de agosto, no Expo Center Norte, em São Paulo, seu modelo de Energia como Serviço para sistemas de armazenamento de energia, durante a Intersolar South America 2026. A proposta de valor prevê que o contratante não se preocupe com a disponibilidade de energia. A Moura fornecerá a continuidade de fornecimento, além de possibilitar o saving, o backup e a qualidade de energia.

"A geração distribuída já é uma realidade consolidada. O próximo passo é integrá-la a sistemas de armazenamento capazes de reter excedentes, deslocar o uso da energia para os horários de maior demanda e reduzir picos de injeção e consumo na rede. Essa combinação amplia o aproveitamento da fonte solar, dá mais previsibilidade às operações e contribui para uma expansão mais equilibrada, sem transferir novos impactos ao sistema elétrico", afirma Thiago Melo, diretor comercial de Baterias Industriais e BESS da Baterias Moura.

No cenário de referência do Plano Decenal de Expansão de Energia 2035, a EPE projeta 9,5 milhões de consumidores e 78,1 GW de micro e minigeração distribuída nos próximos dez anos. Como a produção solar é variável e nem sempre coincide com o consumo. Uma unidade pode gerar excedente durante o dia, concentrar demanda em outros horários e ainda enfrentar picos ou interrupções da rede.

As tecnologias de armazenamento deixam de operar apenas como reserva de emergência. Elas permitem deslocar a energia no tempo, ampliar o autoconsumo e sustentar cargas durante falhas. Conforme o projeto e a regulação vigente, também podem apoiar a redução da demanda contratada.

A proposta de Energia como Serviço fornecida pela Moura reúne: modelagem, escolha tecnológica, dimensionamento, instalação, monitoramento, manutenção, suporte e logística reversa em um mesmo contrato. De acordo com a companhia, cada operação é analisada individualmente, com base em carga, criticidade, espaço disponível, autonomia, ciclagem e condições de uso. O objetivo é assumir a camada estratégica de gestão da energia. O cliente deixa de se preocupar com esse ativo e passa a focar nas atividades prioritárias do seu negócio. E a Moura atua para que o fornecimento seja contínuo.

A solução é inteiramente customizável às necessidades do cliente e às características de cada projeto. Além disso, conta com uma central de operações que acompanha indicadores de desempenho e orienta a manutenção preventiva.