Dino

Agora é a vez do retrofit no mercado imobiliário

Rio de janeiro, RJ 21/9/2020 – “O comprador de um imóvel está buscando uma nova casa, um novo lar, e não tem a intenção de fazer um minicurso de construção, negociação e direito imobiliário”

Investir em imóveis continua sendo um bom negócio. O mercado imobiliário tem apresentado resultados positivos mesmo em meio a atual crise econômica causada pela pandemia do novo coronavírus. Uma tendência do setor é a compra, reforma e venda de imóveis nos bairros consolidados das capitais brasileiras, em contraponto à incerteza de apostar em lançamentos imobiliários.

Investir em imóveis continua sendo um bom negócio. O Índice Geral do Mercado Imobiliário Residencial (IGMI-R) registrou variação de 0,29% em julho de 2020, apresentando ligeira desaceleração em relação a junho (0,55%), mas o acumulado de 12 meses permaneceu estável, em 10,06%. O IGMI-R, realizado pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) e pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), acompanha a evolução dos valores nominais dos imóveis, sem contar a inflação do período.

 

Mesmo com o presente cenário de recessão devido à pandemia do novo coronavírus, este resultado pode ser considerado positivo quando comparado a outros setores de atividade econômica, pois representa efeitos da recuperação no setor imobiliário e, em particular, sobre os preços dos imóveis residenciais.

 

Outro indicador que confirma a aceleração do mercado de imóveis é o Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M), medido mensalmente pelo Instituto Brasileiro de Economia (IBRE) da FGV, que registrou taxa de 0,82% em agosto deste ano. Apesar de o percentual ser levemente inferior ao do mês anterior, quando variou 0,84%, com este resultado, o índice acumula alta de 3,39% no ano e de 4,44% em 12 meses. A taxa do índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços também apresentou elevação, passando de 0,75% em julho para 1,18% em agosto, indicando o aumento da compra de materiais de construção.

 

A retomada do setor é favorecida pelo fato do financiamento imobiliário estar em alta, pois este mercado se recuperou rapidamente dos efeitos econômicos da pandemia. A perspectiva de valorização dos imóveis no futuro também é fator que vem ganhando destaque entre os consumidores. Todavia, o perfil dos compradores está mais conservador devido às incertezas que ainda afetam a economia e, principalmente, o mercado de trabalho.

 

Segundo a pesquisa Indicadores Imobiliários Nacionais da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), realizada em parceria com o SENAI Nacional, muitos lançamentos imobiliários foram adiados em função da pandemia, o que representou uma queda de 60,9% no segundo trimestre de 2020, na comparação ao mesmo período do ano passado. A produção dos imóveis também apresentou queda devido à paralisação das atividades.

 

Para o arquiteto urbanista e empresário Rodolfo Florentino, CEO da Advestor – Real State Solutions, o momento atual é propício para o mercado de compra, reforma e venda de imóveis nos bairros consolidados das capitais brasileiras, em contraponto à incerteza de investir em lançamentos imobiliários.

 

“Esse primeiro momento de retomada imobiliária deve ser feito com cuidado. Em momentos de estabilidade, o consumidor segue comportamentos mais confortáveis. No entanto, em um contexto de maior escassez financeira, o comprador fica mais criterioso para fazer escolhas. Os bairros mais antigos tendem a ter mais infraestrutura e liquidez no mercado e, por isso, a aposta em retrofit em apartamentos antigos é uma excelente escolha para quem busca retorno financeiro”, afirmou.

Retrofit não é o mesmo que uma simples reforma, nem significa apenas a restauração do imóvel. Seu principal objetivo é a modernização e readequação das instalações, mantendo os itens que geram um notável bem-estar à construção e ajustando os espaços às necessidades da vida moderna. São planejadas alterações que melhorem a distribuição e o uso das áreas e da metragem quadrada do imóvel, aproveitando vistas, janelas, iluminação natural e ventilação cruzada. Além de impactar diretamente na parte visual do imóvel, essas mudanças contribuem para uma venda mais rápida.

 

Rodolfo Florentino apostou nesta transformação de mercado ainda em 2014, quando fundou a Living in Rio, startup voltada para o aluguel de imóveis por temporada, no momento que a cidade do Rio de Janeiro se preparava para os megaeventos, como a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos Rio 2016. Na ocasião, a empresa recebeu muitos feedbacks de hóspedes dizendo que os imóveis da Zona Sul eram “velhos”. Foi então que o arquiteto percebeu a existência de outro nicho de mercado: compra, reforma e venda de imóveis antigos em bairros tradicionais.

 

A Advestor surge com a proposta de ajudar a resolver este problema, retirando do mercado os imóveis em mau estado de conservação e com problemas de documentação para devolver à sociedade lares prontos para moradia. A empresa é especializada em transformações que gerem valorização imobiliária, para que o investimento feito na reforma traga mais liquidez e aumento de valor para o imóvel. “O comprador de um imóvel está buscando uma nova casa, um novo lar, e não tem a intenção de fazer um minicurso de construção, negociação e direito imobiliário”, finalizou Rodolfo.

 

Para mais informações sobre retrofit imobiliário e ter acesso a amplo conteúdo sobre o tema, basta acessar o site da Advestor – Real State Solutions

Website: http://www.advestor.com.br

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